sábado, 15 de novembro de 2008

O retorno do espião mais famoso


James Bond (Daniel Craig) volta em sua segunda missão como um agente 00. Em busca de vingança pela morte de Vesper Lynd (Eva Green) a mulher que amava, Bond interroga o Sr. White, integrante da organização que a chantageava. Durante sua investigação, que passa a ser pessoal, Bond descobre que essa organização é maior e mais perigosa do que todos poderiam imaginar.

A sede de vingança coloca o agente secreto britânico frente a frente com a perigosa Camille (Olga Kurylenko), que está ligada com Dominic Grene, um empresário que possui grande influência entre os membros dessa organização, que mantém membros ocultos dentro da CIA e até mesmo da MI6.

A inovação desse filme é a quantidade de cenários diferentes por onde o agente passa. Áustria, Itália e Rússia são apenas alguns dos lugares por onde Bond deixa um rastro de destruição e morte. Um clima intenso envolve o agente em uma rede de mentiras e traições onde ele não pode confiar em ninguém.

Algo que ficou faltando foi a presença do engenhoso agente “Q”, que sempre mantém Bond repleto de utensílios futurísticos. Sem relógio com corda de titânio, sem óculos com visão de raios-x e sem caneta laser? Poxa esses são assessórios básicos para um agente secreto. E o que é ainda mais revoltante: nada de carro super tunado com carroceria blindado capaz de resistir a explosões, disparar mais de 200 tiros de metralhadora e sem despejar óleo na pista. Talvez o governo secreto britânico já tenha sido atingido pela crise econômica.

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