Esse foi um Natal que com certeza irá ficar na história (principalmente para mim e minha irmã). Acordar cedo para abrir presentes? Nem pensar! Primeiro o trabalho e depois a diversão. Não é isso mesmo que dizem? Tarefas simples como limpar o quintal, ajeitar a grelha e arrumar a mesa e prender os cachorros no quintal. Até aí tudo bem. A ansiedade começa a falar mais alto. Qual serão os presentes?
Ainda tentei espiar na noite anterior para adivinhar o que cada um iria ganhar. Logo de cara notei duas caixas pesadas com o nome do meu primo. Ele é músico então imaginei que seria algo a ver. Depois algumas caixas com roupas (básico), um perfume e os outros não deu para ter noção do que seria. Fato cômico: minha irmã ainda sonhou que os presentes dançavam na frente dela e pediam para serem abertos (aja imaginação).
Conversa vai, conversa vem e as carnes saindo da grelha. Agora vamos abrir os presentes não é mesmo? Não, ainda tem a sobremesa. Uma torta de morango. E os presentes ali, nos encarando. Assim que o último pedaço terminou, finalmente os presentes e com direito a um Papai Noel não oficial para entregar os presentes na mão de cada um.
Aí vieram as surpresas. De nada adiantou espiar na noite anterior. Se eu soubesse que o tema principal desse natal seria “seja o mais inusitado possível”, eu teria comprado outra coisa. Minha tia ganhou uma árvore de natal em miniatura de sua cunhada. Pelo amor de todos os santos! É uma espécie de lembrete que ano que vem tem outro Natal e que pelo menos um item da decoração já está reservado? Depois foi a vez do meu primo. Não cheguei nem perto de adivinhar. As duas caixas pesadas tinham garrafas de cerveja dentro. Aí vieram os mais básicos: um relógio, camisetas, vestidos, perfumes e bolsas.
Mais ainda sobrava um perto da árvore. “Vai lá abrir. É seu e de sua irmã”. Fui empolgado abrir o embrulho. Sorrindo para a foto até que o presente foi revelado. Um porquinho! Daqueles de colocar dinheiro. Cheio de moedinhas. Detalhe que de manhã ainda estava reclamando o quanto eu odeio andar com quilos de moedas. Tia e mãe rindo por dentro. Ainda fizeram a gente abrir e contar quanto tinha dentro do bendito do porco. Moeda por moeda, separando cada uma delas. Pelo menos uma hora e uns quebrados foram perdidas nessa brincadeira. Mas valeu pelas risadas.
Mas o importante do Natal nem são os presentes. Só de estar perto de quem se gosta já é o bastante. E citando um dos presentes “família não é aquela onde se nasce, mas sim aquela que você escolhe”, palavras sábias e verdadeiras. Então, aproveite bem o que resta do dia, seja com sua família natural ou com a família escolhida, lembrando de guardar na memória cada palhaçada que acontecer. Um dia os filhos e os netos vão gostar de ouvir essas histórias. Ou quem sabe para se vingar você não faça o mesmo com eles.
Boas festas para todos!
A idosa verdade.
4 dias atrás
3 comentários:
Feliz natal pra vc tbm! Estou com saudade
kspoakspoakposkaposa . . . esse natall foiii estoroo heem Gaah ! . . . .soakposkaposkaposa ferrah . . . Fiicouu legall o poste, Beiiiijos *
Huahuahuaha... O seu natal deve ter sido cômico mesmo, mas quem não tem, não é mesmo.
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